A revenda autorizada Honda Grava Motos agora também está em Cachoeirinha. É a quarta loja da rede, que tem a matriz em Gravataí e filiais em Santa Rosa e São Luiz Gonzaga. A Grava Motos Cachoeirinha está localizada na avenida Fernando Ferrari, 50.
Apesar de já estar em funcionamento desde o dia 15 e já ter vendido 12 veículos nesse período, a rede Grava Motos fará a inauguração oficial neste sábado, a partir das 14h. De acordo com o gerente da unidade Cachoeirinha, Ledo Nascimento, será realizada uma carreata por algumas ruas da cidade. "E às 17h teremos um show de manobras com a equipe Arte & Equilíbrio, além da distribuição de brindes e a entrega das primeiras motos vendidas aqui", disse Ledo.
Segundo Ledo, a escolha por Cachoeirinha para a implantação de mais uma filial da Grava Motos se deu por alguns fatores. Um deles é o município figurar entre os que tem um dos menores índices de motos por habitantes, ficando na média de uma motocicleta para cada 38 moradores. "Em Santa Rosa, a média é de uma moto para cada oito habitantes. Sentimos que tem um potencial a ser explorado no mercado de motos aqui em Cachoeirinha", disse.
Além disso, não havia nenhuma revenda autorizada de motos por aqui. "A Grava Motos chega com o padrão Honda de atendimento e de disposição da loja", comentou.
Para atrair clientes, Ledo disse que no primeiro mês em Cachoeirinha a rede está facilitando condições de pagamento. "Pelo menos neste primeiro mês estamos fazendo para os clientes condições especiais, como o primeiro pagamento para 60 dias", revelou o gerente. (Matheus Aguilar)
terça-feira, 4 de março de 2008
Grava Motos inaugura filial
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Lei seca e visão turva
A polêmica da Lei Seca esta deixando todo mundo em Cachoeirinha com a visão turva. Não quero entrar aqui no mérito do projeto mas sim concluir que a lei está longe de ser a panacéia. A deusa da cura na mitologia grega não pode ser invocada aqui. E mesmo que fosse nada poderia fazer. É uma obviedade falar que o alcoolismo é um problema social mas colocar sobre ele o peso de toda a responsabilidade da sociedade para os altos índices da criminalidade, especialmente em Cachoeirinha, é não querer enxergar. A Lei Seca não vai resolver o problema da violência e hoje é a única esperança que o secretário estadual da Segurança tem para se manter no cargo. Aliás, se é verdade que ele exigiu a aprovação do projeto para manter o 26o Batalhão de Polícia Militar na cidade isso se configura em uma chantagem, mesmo que velada, e a comunidade não pode aceitar isso.
Já teve secretário de Estado, em governo passado, que colocou no vento toda a culpa pelo alto número de homicídios apresentando até estudos científicos. Só faltou ele pedir para uma prefeitura aprovar uma Lei Anti-Vento. Agora o álcool é o único culpado e ainda acreditam que fechando meia dúzia de bares vão ter algum resultado. Não é de hoje que os homens da segurança sabem que a origem da violência não se restringe aos bebuns ou alcoólatras, para ser politicamente correto.
O tráfico de drogas aparece em primeiro lugar e a maioria dos envolvidos em ocorrências policiais com morte figuram neste segmento do sub-mundo. A abordagem da criminalidade precisa ser feita a partir de um conjunto de ações envolvendo várias secretarias de Estado e até contando com a participação da União como está fazendo a secretaria da Segurança de Cachoeirinha com o projeto Proteger.
Não é só o álcool que faz aflorar instintos selvagens nos humanos. Desde crianças, todos são submetidos a todo o tipo de estímulo ou não vão querer enxergar o que se passa nos inocentes jogos de viodeogames? E no cinema? Há agora uma onda de filmes classificados como de terror e que estão longe daqueles antigos, beirando a inocência. Essa semana assisti um para ver o que se passa. Depois de Jogos Mortais uma série de DVDs desse tipo invadiu o mercado. O Albergue 2 é uma estupidez, por exemplo. Ali, pessoas pagam para torturar pessoas. E qualquer um pode locar essa barbárie.
Voltando, essa semana ouvi falar que existe a intenção ou estudo do Estado em diminuir o número de delegacias para aumentar o efetivos de policiais na ruas. É mais um erro. As que existem hoje já nem dão conta das investigações e inquéritos. Diminuir ainda mais? Para simples eleitores a impressão é de que o secretário de Segurança do Estado está perdido e empreendendo um conjunto de iniciativas desesperadas e sem sentido na esperança de não entrar para a degola na reforma do secretariado de Yeda.
A Lei Seca, para não perder o foco, deveria fazer parte de um debate da sociedade na busca de alternativas para a redução da criminalidade. Mas jamais ser discutida de afogadilho para salvar um secretário nesta velada chantagem com a comunidade de Cachoeirinha. E além de um debate mais amplo, o Estado deveria se preocupar em equipar as polícias, ampliar os efetivos e dar melhores salários para que policiais não continuem entrando para o mundo do crime. As lideranças políticas e sociais, as mesmas que participaram da pressão para a manutenção do BPM na cidade, deveriam entrar em ação novamente. Quanto ao secretário de Estado, quando penso nele lembro do filme Tropa de Elite e da frase que se popularizou: "Pede pra sair!"
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Em Sucupira ...
A absoluta falta de tempo impede a atualização do blog, mas para esse post eu tive que arrumar um tempinho. Cachoeirinha tem 15 mil agentes da dengue, diz o coordenador da Vigilância em Saúde. Como ninguém consegue tomar uma providência com relação ao piscinão tenho uma sugestão: se cada um pegar um copo plástico e encher com água do piscinão ele pode ser esvaziado em poucas horas. Ah, é propriedade particular e ninguém pode entrar lá. Então a solução é colocar todos eles na volta do piscinão, na rua, com matadores de mosquitos. Em Sucupira o prefeito não teria dúvidas sobre a melhor opção. E por favor, não vão esquecer de fazer uma licitação para comprar os copos plásticos ou os matadores de mosquitos. Era só o que faltava.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Nunca na história desse país ...
Presidente Lula, em entrevista coletiva agora pela manhã, voltou a defender a continuidade da CMPF dizendo que se trata de um imposto justo e fiscalizador e que o país não pode prescindir de uma receita de R$ 40 bilhões. Pode sim. Não gostaria de engrossar o coro da oposição, mas se tem dinheiro para aumentar o gasto com funcionalismo e para ampliar o programa ProJovem beneficiando jovens de até 17 anos, aptos a votar no próximo ano, pode prescindir sim. Ontem o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendendo a CPMF, mostrou um gráfico dizendo que o gasto com funcionalismo, mesmo com as novas contratações, está abaixo do que tínhamos há alguns anos numa comparação com o PIB. É muito fácil você sair procurando argumentos como esse para justificar o injustificável. E vamos mais além. A ampliação do ProJovem não me agrada. Primeiro considero estranho, para ficarmos nisso, a ampliação do programa para jovens com até 17 anos justamente para um ano eleitoral. Indo um pouquinho a frente, a ampliação dos benefícios para famílias carentes permitirá um ganho de R$ 30,00 a mais por filho até um limite de R$ 172,00. Vamos incentivar famílias sem a mínima condição a ter mais filhos. Pode parecer absurda essa minha interpretação, mas em um país onde falta educação não é de assustar que carentes festejem essa conquista de R$ 30,00 como já fizeram em tantos outros programas sem falar no tal salário-família, que também não concordo. O que o povo brasileiro precisa é de educação e emprego. Políticas assistencialistas não resolverão nunca nossos problemas. Garantirão, isso sim, a perpetuação no poder de dezenas de políticos e governos corruptos. Nunca na história desse país se viu tantos escândalos! E não é porque estão investigando mais. Talvez seja, como diz um amigo revoltado, raiva por haver concentração de renda oriunda da corrupção.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
E as bandeiras estavam viradas
Manhã de sábado. Céu nublado. Na praça em frente à Igreja Matriz, por volta das 9h, iniciavam os preparativos para o acendimento da Pira da Pátria. Eu acompanhava do meu terraço. Desci as escadas do AP e fui tomar um café quando ouvi o Hino Nacional Brasileiro. Tudo ia bem até que ele foi interrompido. Voltei ao terraço para ver o que tinha acontecido e para minha surpresa estavam arriando duas bandeiras: a de Cachoeirinha e a do Rio Grande do Sul. Sabem o que aconteceu? Ambas estavam viradas. Mico para cerca de 50 pessoas, a maioria autoridades. E assim começou a Semana da Pátria!