Uma placa de aproximadamente 10 metros de comprimento por dois de altura despencou hoje à tarde sobre pedestres num dos trechos mais movimentados da avenida Flores da Cunha, exatamente no Centro Profissional Flores da Cunha. O acidente aconteceu pouco depois das 15h e causou pânico. Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas e uma teria quebrado o braço. A placa foi instalada há menos de 30 dias quando aconteceu a mudança do nome do estabelecimento comercial, uma loja de confecções. Ela estaria mal fixada. O que aconteceu nessa tarde é apenas um sinal do que pode vir a acontecer em outros estabelecimentos. Pouco mais a frente deste estabelecimento o vento rasgou pela metade outra placa pouco menor. Tem aumentando consideravelmente na avenida Flores da Cunha a instalação de placas enormes e é provável que nenhuma possui um responsável técnico, ou seja, um projeto elaborado por um engenheiro. Também é provável que não haja nenhuma exigência disso por parte da Prefeitura. Talvez seja a hora de isso ser regulado e fiscalizado. Aproveitando, essas placas todas já deveriam ter sido retiradas da avenida se o projeto que regula esse tipo de publicidade já tivesse sido colocado em prática pelo poder público. Há uns dois anos houve uma longa discussão com a sociedade para o envio do projeto à Câmara de Vereadores. Ele foi aprovado e repousa em algum gabinete.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Cortaram a Paineira na Flores da Cunha
quarta-feira, 18 de junho de 2008
FIERGS alerta para choque de custos na produção industrial
Preço das commodities é o principal fator de risco para a inflação Porto Alegre, 18 de junho de 2008 - As indústrias devem ser afetadas pelo intenso crescimento dos custos da matéria-prima no mercado internacional, alerta um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), e divulgado nesta quarta-feira (18), pelo presidente da entidade, Paulo Tigre. O aumento do preço das commodities (agrícolas, metais e energia) é o principal fator de risco para a inflação registrada no mundo chegar ao Brasil. “Os choques de inflação ainda não foram dissipados e devem implicar em maiores custos de produção no setor industrial brasileiro”, afirma Tigre. A intensidade dos reajustes mundiais dos preços dos metais, da energia e dos produtos agrícolas, as principais commodities compradas pelas indústrias, nos últimos quatro anos, foi de 24%, 145% e 208%, respectivamente. Entre os principais fatores estão as novas finalidades no uso da terra, a perda do valor do dólar, o crescimento econômico dos países emergentes, a incapacidade de aumentar a oferta de matéria-prima no curto prazo e os problemas climáticos. “Há uma defasagem de custos das matérias-primas no Brasil. Durante algum tempo, a taxa de câmbio no país conseguiu segurar os valores. Porém esse cenário não irá perdurar no médio prazo”, explicou o presidente da FIERGS. Diante desse cenário prospectivo, Tigre alerta para a possível redução de margens de lucro no setor, o que deve ter como conseqüência uma menor capacidade de investimentos. "Os aumentos de custos surgem em um momento delicado para a indústria, em especial àquela que tem planos de expansão". O levantamento aponta três importantes fontes de inflação futura que devem atingir a indústria nacional:
ENERGIA (petróleo, carvão, gás natural) O principal componente de choque inflacionário no segmento energético é o petróleo. E as principais razões para o rápido crescimento do preço deste produto são a estabilidade cambial, a presença de especuladores (mercados futuros), a falta de elasticidade da oferta (maiores custos do investimento via preço dos metais) e da demanda (o preço maior não tem impedido o avanço do consumo).
METAIS (alumínio, cobre, minério de ferro, chumbo, níquel, zinco) O aumento dos metais está fortemente associado ao crescimento da demanda, especialmente na China e Índia, além da correção da perda de valor do dólar, falta de ampliação da oferta (estrutura de produção com menor concorrência) e aumento da renda per capita.
AGRÍCOLAS (milho, soja, trigo, arroz) Razões para expansão dos preços pela relação entre oferta e demanda: crescimento do consumo em países emergentes, falta de elasticidade da oferta no curto prazo, problemas climáticos em grandes áreas produtoras, destinação de terra para outros fins e a elevação do preço do petróleo, que impacta nos custos de produção agrícola.
Escapamento Esportivo MS Racing na Arte & Equilíbrio
Equipe Arte & Equilíbrio Wheeling Show, de Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul, equipou todas as suas motos com o Escapamento Esportivo MS Racing. Uma das principais equipes de Wheeling do Rio Grande do Sul agora leva a qualidade dos escapamentos produzidos pela MP Industrial, indústria instalada em Cachoeirinha. A Arte & Equilíbrio foi criada há mais de 15 anos como brincadeira de alguns jovens amigos, que entre tombos e risadas descobriram o wheeling (esporte radical praticado com motos). Estes jovens que eram chamados de loucos e irresponsáveis, resolveram transformar suas loucuras em algo novo e radical, trocando então a irresponsábilidade pela responsábilidade e unindo a isto segurança e seriedade nascia a equipe Arte & Equilíbrio, primeira equipe profissional do Rio Grande do Sul, que teve como primeiro ingrediente a amizade entre seus integrantes. Para saber mais sobre a equipe entre no site http://www.arteeequilibrio.com.br/. Visite a loja http://www.ponteiraesportiva.com.br/ ou o site http://www.escapamentoesportivo.com.br/