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sábado, 31 de maio de 2008

Como calcular consumo dos aquecedores

O inverno está chegando e as lojas de Cachoeirinha já oferecem aquecedores de todos os tipos e modelos. A novidade esse ano é um aquecedor que imita o modelo os aparelhos de ar condicionado split. Vamos abordar aqui o caso do aquecedor elétrico um dos maiores vilões quando o assunto é consumo de energia. Nenhum aparelho pesquisado nas lojas de Cachoeirinha essa semana traz informações sobre consumo de energia. Não há absolutamente nada nos manuais e muito menos selo do Procel que poderia indicar alguma eficiência em termos de consumo. Quem pensa em comprar um desses deve pensar bem e saber calcular quanto esse conforto vai custar no final do mês.

Como calcular o consumo
Para quem não sabe, a coluna mostra agora como você pode calcular quanto vai custar o brinquedido novo. O exemplo a seguir é de um aquecedor elétrico de 1.000 watts ligado na potência máxima durante 10 minutos por dia - seria o tempo necessário para dar uma aquecida no banheiro antes do banho.

1 - A primeira coisa que você precisa saber é quantos watts tem o aparelho. Essa informação vem na caixa e no manual.

2 - O segundo passo é transformar os minutos de uso em horas. Para isso você precisa fazer uma regra de três. Seguindo nosso exemplo, se 60 minutos correspondem a 1 hora, 10 minutos correspondem a X horas. Você multiplica 10 por 1 e divide por 60. O resultado é 0,1666.

3 - Agora que já sabemos a potência do aparelho (1.000 Watts), o tempo de uso diário (0,1666) e o número de dias de uso no mês ( nesse exemplo vamos usar 30 dias) vamos ao cálculo do consumo. Multiplique o número de watts pelo número de dias no mês e depois pelo tempo que ele vai ficar ligado diariamente. Vejamos o cálculo para o exemplo acima: 1.000 x 30 x 0,1666. O resultado é 4.998.

4 - Agora vamos calcular quanto Kwh o aparelho consome no período. Divida os 4,998 por 1.000. O resultado é 4,998 Kwh.

5 - O último passo é ver quanto isso representa em Reais. A RGE informa na fatura mensal quanto custa o Kwh. Aqui ele é de R$ 0,495586. Então, multiplique 4,998 Kwh por R$ 0,495586. O resultado é R$ 2,48. Parece pouco, mas não esqueça que estamos falando de um aquecedor usado em 1.000 Watts.

Não esqueça de um detalhe. O exemplo acima é de um banho diário e se você ficar o mesmo tempo com o chuveiro ligado, considerando que ele opere em 2.000 Watts o tempo todo, isso vai triplicar a conta. E se o aquecedor não tiver um timer e você esquecer ele ligado ... Opte por outros tipos de aquecedores para dormir. Um modelo como esse do exemplo se ficar ligado 5 horas por noite durante 30 dias vai consumidor 150 Kwh, ou seja, R$ 74,33. (Blog do Roque - Roque Lopes - Cachoeirinha - RS)

Peruzzo aposta em linha ecológica

Numa ação conjunta das lojas Peruzzo Tintas da parada 59 em Cachoeirinha e da parada 77 em Gravataí, a empresa apresentou para os arquitetos da região e convidados a nova linha Aquaris de tintas e vernizes a base de água, produzido pela Sayerlack. O evento aconteceu na última quinta-feira, com a presença de representantes do fabricante que explicaram os benefícios desta linha ecologicamente correta, que tem se tornado uma tendência mundial para amenizar os efeitos da emissão de solventes na atmosfera. A linha Aquaris possui em todos os seus itens propriedades que protegem a madeira e proporcionam melhores resultados no acabamento. Segundo um das proprietárias da Peruzzo, Salete Peruzzo, as duas lojas apostam no sucesso do produto pela sua durabilidade e economia na mão-de-obra. Os pontos de venda sofrerão em breve modficações no seus layoults com a proposta de divulgar melhor aos consumidores da região os benefícios do produto. Algumas vantagens da linha são secagem rápida, baixo odor e facilidade na limpeza de equipamentos, já que a diluição é feita com água e não com solvente. Alguns itens que compõem a linha são o verniz exterior, verniz para pisos e o esmalte base água. A Peruzzo Tintas atua há 29 anos na região de Cachoeirinha. Possui cinco lojas que são administradas pela família. A loja da parada 59 em Cachoeirinha já está há 20 anos no mercado de tintas e acessórios para pintura, com um estrutura de 17 funcionários. A loja de Gravataí é a mais nova no grupo e está há um ano e meio no ramo. A Sayerlac, que fazia parte do grupo Renner, foi fundada em 1968 e tem sua matriz em São Paulo. Possui 16 filiais no Brasil e mais de 77 distribuidores autorizados no país, além de uma fábrica nos Estados Unidos. Sua especialidade é produtos especiais para madeira, através de tintas e vernizes. (Texto de JC Costa - Blog do Roque - Roque Lopes - Cachoeirinha - RS)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Homem acaba de ser executado em Cachoeirinha


O proprietário de um ferro velho em Porto Alegre foi executado agora pela manhã em Cachoeirinha. Ele dirigia um Foccus quando foi alvejado por vários tiros na rua Edgar Bins, na Vila Regina. José Machado Vitor estava de aniversário hoje e teria ido até o bairro convidar amigos para um churrasco segundo dados preliminares divulgados pela Polícia. Veja foto do repórter-fotográfico do Diário, Fernando Planella, e um vídeo feito pelo jornalista Matheus Aguilar. Mais detalhes na edição de amanhã do Diário de Cachoeirinha (Blog do Roque - Roque Lopes - Cachoeirinha - RS)







terça-feira, 27 de maio de 2008

Começa gravação do filme do Naturéba

No sábado à tarde com rajadas de ventos fortes aliados aos constantes inconvenientes dos caças da base aérea de Canoas começaram as filmagens do filme O Segredo do Sanduíche. Na esteira do sucesso do Super Falcote, Claiton Fonte, da Naturéba, se inspirou na sua história para escrever o roteiro e encarar o desafio da produção. É tudo amador e isso ficou bem claro na primeira cena gravada na residência do empresário Carlos Antônio Kowalski. Ele entrou no espírito da comédia e socorreu a produção cedendo a área de lazer à beira da piscina, providenciando uma bandeja para frutas e até fazendo suco de uva. "Vamos ver no que vai dar", disse. O vento e o som das turbinas dos caças atrapalharam um pouco a gravação. Claiton se virava atrás dos últimos detalhes no início do sábado. A maquiadora não apareceu e a odalisca se encarregou de se maquiar sozinha mesmo.

Roque Lopes gravou parte do primeiro ensaio da cena do filme. Veja acima.
A cena gravada foi com Zé Louco, personagem encarnado por Luis Fernando reproduzindo o andarilho mais famoso de Cachoeirinha. Nela, Zé tem um sonho e se encontra à beira de uma piscina sendo seduzido por uma odalisca até que chega o sheik e acaba com a festa. No sonho, ele cai na piscina e quando isso acontece acaba acordando. A produção do filme conta com parceria da Charm´s Produções e Lula Estúdio. Segundo Claiton, as locações serão realizada em diversos pontos de Cachoeirinha e Gravataí além de Gramado. Na Serra, será gravada a cena onde o Papa Bento XXVI receberá a chave da cidade de Fundinópolis juntamente com um sanduíche envenenado com purgante. Todo o filme se passa em Fundinópolis e conta a história de um desempregado que encontra nas ruas seu maior sucesso: vender sanduíches. "Sem nenhuma alternativa para sobreviver, o personagem Carlos Antônio inventa o Naturéba que logo se torna o maior sucesso na cidade. No auge desse sucesso o Naturéba começará a sofrer sabotagens por parte de um misterioso personagem. Carlos Antônio acaba preso depois do que acontece com o Papa e um detetive desastrado é contratado para descobrir o verdadeiro culpado", diz Claiton. Além desse mistério do sabotador o filme esconde outro: qual o segredo do sanduíche para fazer tanto sucesso. "Será uma surpreendente e inesperada história onde em meio a tantos mistérios teremos situações engraçadas vividas no dia a dia de um vendedor ambulante." Claiton tentou sem sucesso patrocínios para a produção e conseguiu apoios de atores e produtores com a promessa de rateio do eventual lucro que o filme venha a dar em exibições que pretende fazer em cinemas. "Vamos tentar e se não der certo vamos fazer a exibição em locais alternativos", diz. (Blog do Roque - Roque Lopes - Cachoeirinha - RS)

DIRETO AO PONTO

Emprego: 227 novas vagas
Cachoeirinha fechou o mês de abril com um saldo positivo de 227 contratações entre demitidos e admitidos no período. O resultado não é melhor que no mesmo período do ano passado, quando o saldo foi de 237 contratados mas no quadrimestre os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego divulgados essa semana são positivos. Neste período as empresas da cidade têm um saldo positivo de 928 pessoas empregadas. Foram 6.206 admissões contra 5.278 demissões. Destes total de admitidos, 490 são de jovens que buscavam o primeiro emprego. Alimentador de linha de produção continua sendo a vaga que mais admite trabalhadores. Depois vem demonstrador de produtos. O primeiro tem um salário médio de R$ 530,99 e o segundo de R$ 543,57.

Sicredi
Já iniciaram as obras para instalação da unidade do Sicredi em Cachoeirinha. Há meses representantes da cooperativa já vinham mantendo contatos com lideranças da comunidade preparando sua chegada. A unidade vai funcionar no prédio ao lado do Asun na Flores da Cunha, onde havia uma filial da Magazine Luiza.

C&A
Semana passada promoters da C&A desenvolviam ação na cidade para captação de novos clientes para o cartão da loja e da financeira. Uma das jovens, questionada sobre a possibilidade de ser aberta uma unidade na cidade, informou que existem estudos.

Sobrevivência 1
As micro e pequenas empresas brasileiras estão sobrevivendo mais. Segundo a mais nova pesquisa do Sebrae sobre o tema, 78% dos empreendimentos abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado. O resultado é considerado extremamente positivo, quando comparado com o obtido em pesquisa anterior, em que esse índice foi de 50,6%, para empresas abertas entre 2000 e 2002. Os dados fazem parte do estudo ‘Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas’, encomendado pelo Sebrae a Vox Populi e divulgado na última segunda-feira em Brasília. O levantamento faz uma análise de vários aspectos em 14.181 empresas ativas e extintas de todas as regiões do País nos anos de 2003 a 2005.

Sobrevivência 2
As empresas analisadas na pesquisa são dos setores de Comércio, Indústria e Serviços. No ano de 2005, 50,5% das empresas ativas e 49,5% das empresas extintas estavam inseridas no setor do Comércio. Já no setor de Serviços, eram 37,2% ativas e 38% extintas. E, na Indústria, 12,3% e 12,6%, respectivamente ativas e extintas.

Sobrevivência 3
Em 15 unidades da Federação, o índice de sobrevivência das empresas ficou acima da média nacional, como no Espírito Santo, que lidera o ranking com 85,8%; seguido de Minas Gerais, 85,7%; Sergipe, 85,3%; Piauí, 84%; Rio Grande do Norte, 83,5%; São Paulo 82,9%; Pará, 82,5%; Bahia, 82,4%; Distrito Federal, 81,5%; Alagoas, 81,3%; Rio de Janeiro, 81,3%; Paraíba, 80,8%; Rondônia, 79,7%; Goiás, 78,7%; Mato Grosso do Sul, 78,7%; e o Ceará, que possui a mesma média nacional, com 78%. A pesquisa também aponta os estados com índices abaixo da média. A maioria fica nas regiões Norte e Sul. O Maranhão ficou com taxa de 77,6%; Rio Grande do Sul, 77,5%; Pernambuco, 77,3%; Santa Catarina, 75,9%; Amazonas, 75,8%; Paraná, 74,8%; Mato Grosso, 74,5%; Tocantins, 71,7%; Amapá, 62,2%; Acre, 60,3%; e Roraima 49,3%.
Roque Lopes

Coisa séria!

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